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Eduardo Cintra Torres tem toda a razão. Numa rede social dava conta de erros de português num dos nossos Jornais.É que há crise, e começa na educação. Em Portugal e não só. Eu faço algum trabalho de casa.

Mas POLÍTICA: fazes-me falta. Vou fazer um cartaz e espalhar pelos campos: “EDUCAÇÃO PROCURA-SE”.

Acrescento três histórias que se passaram comigo.

Na Universidade: um aluno meu escreveu “D. Afon-se Henriques”. Conhecem? Outro aluno, já mais avançado nos estudos:”Redecar e a filosofia moderna” (como não lia os livros e tomava apontamentos do que ouvia nalgumas das aulas a que “ia”, e eu falo depressa – a culpa ainda é minha – então, René Descartes, “depressa”, só pode ser Redecar).

A última (hoje): entrei numa boa livraria de Lisboa e pedi um livro de Tolstoi. O empregado foi ver e disse-me: toy story está esgotado. Como estava com pressa disse apenas “obrigada”. Mas quando estas coisas me acontecem, normalmente inicia-se um diálogo. O possível e necessário. Mas há mais mundo. Muito.

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