“Lincoln” no papo. Todos nascemos iguais, todos valemos igual. Igualdade “dada”. A outra, a que se conquista – a de si consigo, e a de si entre os outros – é a aventura de existir no que nos distingue. Aliás essa marca “pessoal” é de nascença. Dada em natureza a conquistar em liberdade. Cada um “tem” os seus TALENTOS. Depois ou corre ou…não.

Do filme já esperava “aquele abraço” carimbo Spielberg. “Ó mãe” – comenta à saída a minha filha mais velha que percebe disto – “É daqueles que vai passar na escola, para estudar história e assim”. Ela também, como eu, rende-se mais a Tarantinos. E cada um tem a sua beleza.
Daniel Day Lewis, esse sim, excede as expectativas. Brilhante.

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