Como sempre, ao sábado, “gamo” a RR e o António Câmara:

pesca EK
fotografia de Eberhardt Kraft

fonte: RR-Opinião
15.2.2013

ANTÓNIO CÂMARA

Crescimento

Interveniente em conferência de Massachussets proclamou que “o pensamento racional nunca foi gerador de riqueza ou de grandeza”. A criação de grandes empresas deve-se, por isso, a fundadores que optam pelo sonho e não pela razão.

Neste momento, há uma questão a que a sociedade portuguesa não consegue dar resposta: como aumentar significativamente a riqueza do país.

É um problema universal. Numa conferência realizada em Massachusetts, referia-se que a sua solução passa pela criação de empresas baseadas na economia do conhecimento, que atinjam rapidamente valorizações superiores a mil milhões de dólares. Nesse evento, discutiram-se estratégias para o desenvolvimento desse tipo de empresas.

A afirmação mais intrigante foi a de um interveniente que proclamou que “o pensamento racional nunca foi gerador de riqueza ou de grandeza”.

Por essa razão, a criação de grandes empresas deve-se, sobretudo, a fundadores que optam pelo sonho e não pela razão.

A existência de mentores para os empreendedores “sonhadores” foi considerada como o factor crítico de sucesso.

Nos Estados Unidos, eles existem em abundância. Em Portugal, não. Conseguir o apoio de empresários experimentados internacionalmente é um desafio chave que temos que vencer, se queremos que as nossas empresas e a nossa economia cresçam.

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