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Ema, numa imagem de “Vale Abrãao” de Manoel Oliveira

Já me deram muitos nomes. É um exercício benéfico parar e lembrar como nos chamaram e chamam. Como diria o lobo mau: “é para te (me) conhecer melhor”. Ajuda-nos ao puzzle, que, neste caso de eu ser uma pessoa, não existe. Gabriel Marcel distingue entre “problema” e “mistério”: problema é algo que encontro diante de mim, que posso objectivamente delimitar e reduzir; mistério é algo em que meu próprio ser está implicado, comprometido. Diante do problema sou espectador, no mistério eu mesmo sou actor. Problema é, simplesmente um dado externo que me é proposto, ao passo que o mistério não está inteiramente diante de mim.

Mas vou juntando todos os nomes. Os dois últimos mais curiosos foram: “és uma queque” e “és luz”.

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