margarida lancastre

Conhecemo-nos há um ano. A semana passada combinamos que eu iria ser criança e ela a guia pelo caminho VERMELHO, e que pode ser feito no Museu das Crianças, agora no Jardim Zoológico. Tudo começou em Trás-os-Montes, recém casada a levar às escondidas os meninos, filhos das Minas, para cantar. A Margarida parece acabadinha de nascer e tem um sorriso forte, doce, vitorioso, generoso e compassivo.

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No Museu das Crianças há um labirinto que acaba num espelho antes de virar abruptamente para a direita. Resultado? Adivinharam: todas as crianças se espetam de nariz no espelho.
As gargalhadas ressoam e Margarida junta-se a elas. “Isto é mágico!”, diz. E é mesmo: criado em 1994 e desenvolvido desde então, o Museu das Crianças, em Lisboa, aposta na sabedoria pela emoção: tudo aqui se pode tocar, mexer, cheirar. Aqui se fazem as perguntas mais importantes do Universo: como é que pensamos? Por que é que o céu é azul? De que é que temos medo? Margarida é uma das pessoas que mais fez para desenvolver nas crianças portuguesas a imaginação, o sonho e a sabedoria.
Com uma alegria genuína, uma imaginação delirante e uma genica impressionante, planeia agora inaugurar um novo Museu: “Não sei como, mas logo se vê.”

QUEM É: Tem 75 anos, 5 filhos e 13 netos. Já ensinou mineiros a ler, montou um sistema de assistência social numa aldeia, fundou a Associação Acordar História Adormecida, montou musicais, criou o único museu concebido para crianças em toda a Península Ibérica e a Associação Internacional de Museus das Crianças.

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