Gosto muito de música. Posso dizer até, de quase toda. E sei distinguir. Uma voz boa, na maior foleirada. Uma pessoa sem voz, mas que canta na perfeição. Enfim, podia continuar. A Adelaide Ferreira escolhi-a hoje para acompanhar a minha foto de capa no FB. Fiz muito bem; ele, o José Sócrates não me liga nenhuma, mas eu não. Um dia que o apanhe vou mesmo dizer-lhe e perguntar-lhe umas boas. Eu dava tudo para o ter aqui. Mas até somos vizinhos e ele vai ao mesmo cinema que eu. Está para breve esta minha felicidade. Não tenho prestado atenção. Até podia ir a Paris. Tenho lá muitos tectos. O problema são as passagens…

E lembrei-me logo desta outra da Adelaide Ferreira, e depois a minha imaginação, a “louca da casa”, não a paro. Ela faz às vezes as coisas sozinha. Vou tentar juntar-me mais a ela. E? Pois. A Adelaide Ferreira tem uma voz que não é valorizada. A última vez que a vi, já nem sei. Agora “lembraram-se” dela porque foi aos USA ajudar a filha que fez um aborto.

Não tenho nada contra as revistas socialites. Acho é que A Adelaide Ferreira merece outro palco. Um concerto, como deve ser. E deixo outra música que gosto – que tem uma letra “mentirosa” (não preciso de dizer porquê) – porque traz uma portentosa e talentosa protagonista. Muito está nas nossas mãos. Adorava vê-la em breve no Coliseu.
Não é que eu não goste da Luciana Abreu. Acho muito bem. Mas há lugar para todos. E mal de nós se dependessemos de um palco. O palco é que depende de nós. E nem todos sabem pisá-lo.

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