Obras. O 100 mim volta depois da Páscoa, se Deus quiser. Deixo dois filmes. Um mostra a Encarnação, e é feito por uma pessoa especial, com um talento 100 palavras, e que dizia que não acreditava em Deus. O outro é do “meu” querido Manoel – que “sustenta” este blog – e que espero não esteja a sofrer, que é disso que ele disse publicamente – em Veneza – ter medo. E como aqui o mês de Março é o Mês da oração deixo uma. Era para ser o Pai Nosso, mas como se virou uma página da História e o meu coração está em Roma (e hoje especialmente), deixo a do Poverino:

Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz;
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvidas, que eu leve a fé;
Onde houver erros, que eu leve a verdade;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Ó Mestre, fazei com que eu procure mais consolar,
que ser consolado;
Compreender, que ser compreendido;
Amar, que ser amado;
Pois é dando que se recebe;
É perdoando, que se é perdoado;
E é morrendo que se vive para a vida eterna.

Pasolini: O evangelho segundo Mateus

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